Cachoeira de cabelos negros
Olhar impávido como um lago calmo
Sei agora de momentos que passam
Sei tambem de futuras certezas.
De pele clara como as pétalas da flor de mandacarú
Caindo, caindo, caindo...
na palma da minha mão.
Meu olhar é como a amálgama
Que protege a armadura das idéias
Nem as espadas da saudade perfuram.
Caindo, caindo, caindo...
despido dessa ilusão.
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